O desenvolvimento da aplicação móvel para o Paço dos Duques permitiu uma aproximação entre o visitante e o espaço museológico de uma forma fácil, rápida, interativa e acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. No geral, os utilizadores da aplicação móvel estão muito satisfeitos com a mesma, verificando-se, em 2021, um aumento de 45% da sua utilização, em comparação com o ano anterior. Poderá consultar os dados desta experiência AQUI.
JARDIM DO MONTE LATITO A VOTAÇÃO Destacado por um júri internacional pela limpeza, cuidado e pela sua rota da biodiversidade, o jardim do Monte Latito está a votação para a eleição internacional do jardim e parque verde 2021. A votação decorre até 31 de janeiro no site Green Flag Award AQUI.
Atendendo às muitas limitações provocadas pela COVID-19, tanto a nível nacional como internacional, o Paço dos Duques de Bragança e o Castelo de Guimarães continuam, mesmo assim, a ser os espaços que mais visitantes atraem entre os que estão sob a alçada da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN). Tal como em 2020, o ano de 2021 revelou-se desafiante devido aos diversos condicionalismos, desde restrições horárias, confinamentos e a reticência de muitas pessoas em visitar espaços museológicos. Existiu mesmo, de 15 de janeiro a 5 de abril de 2021, um encerramento temporário, durante o período de confinamento obrigatório. Em 2021, o Castelo de Guimarães continua a ser o monumento que mais visitantes atrai, registando, no último ano, um total de 154.731 visitantes, dos quais 85.116 nacionais e 69.615 estrangeiros. Quanto ao espaço museológico mais visitado, o Paço dos Duques de Bragança continuou a liderar, com um total de 169.223 visitantes, dos quais 89.707 nacionais e 79.516 estrangeiros. No ano de 2021, os monumentos do Monte Latito registaram, no seu conjunto, 323.954 visitantes. Números claramente positivos quando comparados com o ano de 2020, que teve um registo de 265.196 visitantes, verificando-se assim um aumento de cerca de 22,50%. Os números registados em 2021 trazem consigo uma boa perspetiva para o futuro, mesmo assim, sem ser previsível o regresso, a curto prazo, aos números de pré-pandemia.