"Era uma vez… Os Saltimbancos" Data: 21 de março; Hora: 10:30; Público-alvo: Grupos escolares; Tempo Médio: 30 minutos; Custo: Gratuito; Organização: Paço dos Duques de Bragança; Colaboração: OSMUSIKÉ; Condições de participação: Marcação prévia obrigatória até dia 18 de março - 253 105 568 (chamada local) ou pduques.se@culturanorte.gov.pt Para assinalar o Dia Mundial da Árvore, Floresta e Poesia, o Paço dos Duques de Bragança e o grupo OSMUSIKÉ irão promover uma peça de teatro. O espetáculo acompanha as personagens da Commedia dell’Arte, encantadas com a história da “Árvore mágica”. Dela exaltam a sua força poderosa que protege a Natureza. Uma magia que cuida de animais e plantas, e que as personagens procuram aplicar nas suas relações de grande e verdadeira amizade. A peça de teatro destina-se apenas a grupos escolares e é gratuita.

De 25 a 3 de março, decorre a Semana Nacional da Caritas que procura evidenciar a ação da instituição no apoio direto a todas as pessoas que, por alguma razão, precisam de ajuda. Em todo o país, multiplicam-se atividades de reflexão sobre a ação social, atividades de animação pastoral e também iniciativas de angariação de fundos. Neste âmbito, o Paço dos Duques recebe um Concerto Solidário com a atuação do grupo TetrAcord'Ensemble, no dia 1 de março, sexta-feira, às 21h30, na Sala da Duquesa.

Exposição temporária de Arte Contemporânea “Impressions of Camellia and Lemon”, de Isabel Pavão De 24 de fevereiro a 14 de abril A série «Impressions of Camellia and Lemon» (Impressões de Camélia e Limão), é uma exploração visual, profundamente reflexiva, sobre a natureza, infância, beleza, origens ancestrais/memórias. A conexão pessoal com as camélias e limões está ligada às memórias de infância, da pintora sendo uma fonte de inspiração. Estas plantas simbolizam migrações culturais e histórias antigas, refletindo o interesse da artista nas origens ancestrais do Médio Oriente (Síria) e do Oriente (China e Japão). A série também explora símbolos emocionais de amor, tristeza, abundância, sobrevivência, resiliência, esperança e beleza. Este projeto combina uma dimensão histórica/conceptual com uma dimensão emocional/poética, construindo uma narrativa autobiográfica. Contempla a experiência do tempo, explorando o tempo suspenso, momentos «intermediários» e uma viagem através do tempo, transcendendo as fronteiras do passado e do futuro. O tempo é retratado como uma ilusão contextual. Esta série foi concebida desde 2018 até o presente. Simbolismo e significado, natureza e sustentabilidade, e a perceção do tempo são temas que conectam os contextos históricos da camélia e do limão com a sociedade atual. «Impressões de Camélia e Limão» é um convite para refletir sobre as conexões pessoais com a natureza, a herança cultural e o intrincado tecido das experiências humanas ao longo do tempo, oferecendo uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do mundo ao nosso redor. As vinte e duas pinturas foram disseminadas pelo percurso da exposição permanente do Paço dos Duques, em alguns casos ombreando com a representação de camélias e limões patentes no acervo do Paço dos Duques. É um belo e profícuo diálogo entre o contemporâneo e o ancestral. Nota biográfica Isabel Pavão formou-se em Artes Plásticas / Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, em 1984. Obteve uma bolsa do Governo português para investigação e projeto artístico, em Paris, França. Concluiu o Mestrado em Artes / Diplôme d’Études Approfondies Artistiques, na Université Paris VIII – St. Dennis, em 1988 e conduziu pesquisa destinada a doutoramento / Thèse de Troisième Cycle. Com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana, entre 1990 e 1994 obteve o Doutoramento em Artes, na New York University, em 1994. Vive e trabalha em Nova Iorque desde 1990. Expõe regularmente o seu trabalho nessa cidade e em museus e galerias por todo o mundo. Tem participação ativa e frequente como artista, curadora e como professora convidada em Universidades, Escolas de Arte e Museus. As suas intervenções centram-se na área da Arte Contemporânea, Estética, Pedagogia e em projetos que envolvem o seu próprio trabalho. Foi membro da Direção do Cinema Arts Centre, em Nova Iorque, Conselho Consultivo da Direção do Arte Institute. Membro do Conselho da Diáspora Portuguesa e Presidente do Comité de Arte, Lotos Club em Nova Iorque.